Cada dia é um dia. Com essa certeza, a noite chuvosa dentro de um ônibus não se torna tao perdida.
Coisas boas acontecem na mesma velocidade das coisas ruins. Isso quando elas não acontecem exatamente juntas. Quando se tem um dia ruim, a melhor coisa é saber que existe o amanhã. Já em um dia muito bom, o amanhã se torna ainda melhor.
A diferença entre o cara que se joga da ponte e o que levanta a cabeça depois de apanhar, é a capacidade de acreditar no amanhã. Eu acredito.
Viajo o Mundo todo. Conheço lugares incríveis, pessoas dos mais diferentes gênios que jamais imaginei conhecer, com os mais diferentes pontos de vista. E no fim é tudo exatamente igual, todos em busca do amanhã.
A dor e a felicidade são os sentimentos mais individualistas e relativistas possíveis. E acho que eu mesmo consigo ser feliz e triste ao mesmo tempo. Mas não na mesma proporção e intensidade.
Pessoas criticam a fé. A minha fé é em acreditar que sempre da pra melhorar. Na minha insignificante opinião, sem a fé em si mesmo, sem a fé que me move pra frente, nada vale a pena.
Somos muito pequenos perto da grandiosidade do mundo, mas somos muito maiores do que pensamos para as pessoas em nossa volta. Se você parar, se você pensar demais, se você exitar, você perde o ponto. E se você já perdeu o ponto, relaxa e ria da situação. Amanhã com certeza passara outro ônibus. ele pode não ser exatamente o mesmo, pode dar uma volta mais longa, mas o destino final sera sempre o mesmo. O dia depois do amanhã.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Meio cheio
Então vem você me dizer que a vida ta dura. Que perdeu o emprego, tomou um pé da namorada, não aguenta mais sua família, bateu o carro, acordou com torcicolo, ta devendo pro banco, seu time perdeu e que sua ressaca na tem cura.
Eu não, meu companheiro. Eu acho que tudo tem um motivo, que os dias de sol são presentes de Deus, que o "bom dia" muda as pessoas, que as pessoas evoluem, que dias de transito me fazem pensar mais na vida, que a chuva faz um barulho bom, que os dias frios são bons pra ficar abraçado e que terminar em segundo é melhor que em terceiro.
Aí você me chama de sonhador. Pensa que eu sou um babaca, que me contento com pouco, que vivo no mundo da lua, que não quer enxergar a verdade, que sou um louco, que não tenho pé no chão, que a vida não é assim e que sempre vou ser um perdedor.
Pode até ser que você tenha certa razão. Mas entre viver com o peso da derrota e com o cheiro do estresse, com certeza não é a melhor solução.
Eu não, meu companheiro. Eu acho que tudo tem um motivo, que os dias de sol são presentes de Deus, que o "bom dia" muda as pessoas, que as pessoas evoluem, que dias de transito me fazem pensar mais na vida, que a chuva faz um barulho bom, que os dias frios são bons pra ficar abraçado e que terminar em segundo é melhor que em terceiro.
Aí você me chama de sonhador. Pensa que eu sou um babaca, que me contento com pouco, que vivo no mundo da lua, que não quer enxergar a verdade, que sou um louco, que não tenho pé no chão, que a vida não é assim e que sempre vou ser um perdedor.
Pode até ser que você tenha certa razão. Mas entre viver com o peso da derrota e com o cheiro do estresse, com certeza não é a melhor solução.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A tal mulher
Andando pelas esquinas de uma rua qualquer.
Na hora exata em que o sol e a lua teimavam simultaneamente em brilhar.
Escutava a voz de quem eu jamais pude confundir.
E mirava seu expressivo sorriso na face de uma desconhecida mulher.
Os carros passavam por mim a uma velocidade alucinante.
Buzinas, construções e latidos tentavam me afastar.
E sua voz cada vez mais forte a me chamar.
Meu coração queria sair pela pele, mas a carne teimava em segurar.
A visão começou a embaçar, os ouvidos a apitar.
Por um simples segundo já não estava mais no mesmo lugar.
Eram explosões de emoções guardadas, expressadas sem uma palavra pronunciar.
Uma cena tao linda, pura e calma que tive medo de acabar.
E a realidade continuava a me sacanear.
Recordando posso afirmar que tudo não passou de um misero segundo.
Tive conversas e debates alem dos mais sinceros carinhos.
Tivemos crises de risos, declarações e o mais profundo olhar.
Mas o que é um segundo senão a relatividade do meu particular mundo?
Tudo foi perfeito.
Tao perfeito que eu tinha plena consciência do exato momento em que tudo ia acabar. Sabia que aquele sorriso, que aquela pessoa, aquela voz, nunca mais ia encontrar.
Mas que sentimento mais puro seria esse, se não fosse o amor de uma mãe para seu filho?
Acho que já sei quem era a tal mulher.
Na hora exata em que o sol e a lua teimavam simultaneamente em brilhar.
Escutava a voz de quem eu jamais pude confundir.
E mirava seu expressivo sorriso na face de uma desconhecida mulher.
Os carros passavam por mim a uma velocidade alucinante.
Buzinas, construções e latidos tentavam me afastar.
E sua voz cada vez mais forte a me chamar.
Meu coração queria sair pela pele, mas a carne teimava em segurar.
A visão começou a embaçar, os ouvidos a apitar.
Por um simples segundo já não estava mais no mesmo lugar.
Eram explosões de emoções guardadas, expressadas sem uma palavra pronunciar.
Uma cena tao linda, pura e calma que tive medo de acabar.
E a realidade continuava a me sacanear.
Recordando posso afirmar que tudo não passou de um misero segundo.
Tive conversas e debates alem dos mais sinceros carinhos.
Tivemos crises de risos, declarações e o mais profundo olhar.
Mas o que é um segundo senão a relatividade do meu particular mundo?
Tudo foi perfeito.
Tao perfeito que eu tinha plena consciência do exato momento em que tudo ia acabar. Sabia que aquele sorriso, que aquela pessoa, aquela voz, nunca mais ia encontrar.
Mas que sentimento mais puro seria esse, se não fosse o amor de uma mãe para seu filho?
Acho que já sei quem era a tal mulher.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Violentamente Pacífico
Dias cinzas são tão comuns, tão rotineiros, que nem nos chamam mais a atenção. Dias em que você acorda e se pergunta o por quê de ter que levantar e lutar na selva de pedra. Você chega aos teus mais profundos ideais de vida para encontrar uma bom motivo para justificar você não ficar trancado no seu mundo particular.
O mundo chegou a um ponto que é difícil acordar, sorrir e ser alegre sem que uma barbaridade seja ejaculada na tua cara. Um motoqueiro morto na Marginal, um assalto na Santo Amaro dois carros a frente, a crise mundial que gerou demissão de 200 funcionários de uma fábrica, a notícia do rádio que informa que filmaram o Governador recebendo uma cueca de dinheiro para "reformar" a cidade, o homem bomba matou mais 100 na Líbia, ou o atirador que surtou e matou mais 70 crianças.
Alguns dizem que é o fim do mundo. Outros dizem que esses fatos sempre aconteceram mas agora a mídia e a internet faz tudo parecer maior.
Eu não sei o que pensar, simplesmente não consigo ter uma opinião. Só não consigo ficar vendo o Jornal Nacional na hora do jantar e achar tudo isso normal e mudar de canal porquê não aguento mais barbaridade.
As vezes eu penso que ser indiferente é pior do que se tornar um homem bomba. Parece pesado, mas aquele homem bomba da Líbia sacrificou a sua vida por um ideal. É ÓBVIO que eu não sou a favor de nenhum tipo de manifestação desta natureza, mas aquele cara tentou mudar, aquele cara tinha um ideal, aquele cara não ficou assistindo o Jornal Nacional comendo seu filet mignon ao molho madeira naquele dia.
O mundo chegou a um ponto que é difícil acordar, sorrir e ser alegre sem que uma barbaridade seja ejaculada na tua cara. Um motoqueiro morto na Marginal, um assalto na Santo Amaro dois carros a frente, a crise mundial que gerou demissão de 200 funcionários de uma fábrica, a notícia do rádio que informa que filmaram o Governador recebendo uma cueca de dinheiro para "reformar" a cidade, o homem bomba matou mais 100 na Líbia, ou o atirador que surtou e matou mais 70 crianças.
Alguns dizem que é o fim do mundo. Outros dizem que esses fatos sempre aconteceram mas agora a mídia e a internet faz tudo parecer maior.
Eu não sei o que pensar, simplesmente não consigo ter uma opinião. Só não consigo ficar vendo o Jornal Nacional na hora do jantar e achar tudo isso normal e mudar de canal porquê não aguento mais barbaridade.
As vezes eu penso que ser indiferente é pior do que se tornar um homem bomba. Parece pesado, mas aquele homem bomba da Líbia sacrificou a sua vida por um ideal. É ÓBVIO que eu não sou a favor de nenhum tipo de manifestação desta natureza, mas aquele cara tentou mudar, aquele cara tinha um ideal, aquele cara não ficou assistindo o Jornal Nacional comendo seu filet mignon ao molho madeira naquele dia.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O medo do medo
O que te segura neste post em que se encontra? O que faz você não largar a vida na selva de pedra e ir morar num paraíso? O que te faz trabalhar em uma empresa com cargo mediano por toda sua vida? O que te faz você ser sempre o mesmo?
Sempre achei que essa resposta fosse bem simples: o amor. Sempre achei que o amor pelas coisas que faço fosse o motivo ou a causa raiz de eu continuar ser sempre o mesmo. Agora porém, acredito que estava completamente enganado. O que me segura não é o meu amor, mas sim o meu medo! Medo de não conseguir um emprego melhor, medo de me mudar e não atingir a felicidade, o medo de se arrepender, o medo de ter que reconhecer que errou.
Nossas vidas nos oferecem infinitas oportunidades para mudar. Se é para melhor ou para pior, nós podemos até imaginar, mas nunca saberemos se não experimentar-mos. Eu gosto de sentir o medo. Eu gosto de ter a incerteza como unica certeza. E por esse mesmo motivo assumo que errei inúmeras vezes, mas todas elas foram em busca da felicidade. A eterna busca, pois nunca estamos satisfeitos (graças a Deus).
Será que o que eu sempre evitei, o medo, na verdade é o que me faz viver? Não, não... acho que o que me move é evitar a mesmisse, é evitar que a vida seja todo dia igual e que o piloto automático seja executado. Desse ponto de vista, o medo nada mais é do que parte do processo, a não a causa raiz. Mas aí me vem a cabeça o medo novamente, o medo de acordar com 50 anos e olhar pra trás e perceber que fui um robô e que virei mais um na multidão. É, acho que jamais vou fugir da proximidade com o medo.
Varias vezes já disse que sempre fui a favor de pessoas que enfrentam seus medo. Mas acho que na verdade esse é o maior medo de todos: o medo do medo!
Esse é um ciclo vicioso, mas gostoso de aproveitar a jornada. Cada vez que sinto medo, me sinto obrigado a supera-lo. E quanto mais as pessoas me chamam de utópico, maior a minha motivação. Acho até que já disse isso em um outro post aqui no blog, mas essa é uma das maiores verdade possíveis: O MEDO SÃO BARREIRAS IMAGINÁRIAS DE UMA MENTE ENFRAQUECIDA. E por isso sentimos medo, pois somos fracos. Eu acho que sou um dos maiores medrosos de todos, mas sou também um dos que tem mais coragem de olhar cara-a-cara, reconhecer e lutar até a última gota de suor.
Que viva o medo!!
Sempre achei que essa resposta fosse bem simples: o amor. Sempre achei que o amor pelas coisas que faço fosse o motivo ou a causa raiz de eu continuar ser sempre o mesmo. Agora porém, acredito que estava completamente enganado. O que me segura não é o meu amor, mas sim o meu medo! Medo de não conseguir um emprego melhor, medo de me mudar e não atingir a felicidade, o medo de se arrepender, o medo de ter que reconhecer que errou.
Nossas vidas nos oferecem infinitas oportunidades para mudar. Se é para melhor ou para pior, nós podemos até imaginar, mas nunca saberemos se não experimentar-mos. Eu gosto de sentir o medo. Eu gosto de ter a incerteza como unica certeza. E por esse mesmo motivo assumo que errei inúmeras vezes, mas todas elas foram em busca da felicidade. A eterna busca, pois nunca estamos satisfeitos (graças a Deus).
Será que o que eu sempre evitei, o medo, na verdade é o que me faz viver? Não, não... acho que o que me move é evitar a mesmisse, é evitar que a vida seja todo dia igual e que o piloto automático seja executado. Desse ponto de vista, o medo nada mais é do que parte do processo, a não a causa raiz. Mas aí me vem a cabeça o medo novamente, o medo de acordar com 50 anos e olhar pra trás e perceber que fui um robô e que virei mais um na multidão. É, acho que jamais vou fugir da proximidade com o medo.
Varias vezes já disse que sempre fui a favor de pessoas que enfrentam seus medo. Mas acho que na verdade esse é o maior medo de todos: o medo do medo!
Esse é um ciclo vicioso, mas gostoso de aproveitar a jornada. Cada vez que sinto medo, me sinto obrigado a supera-lo. E quanto mais as pessoas me chamam de utópico, maior a minha motivação. Acho até que já disse isso em um outro post aqui no blog, mas essa é uma das maiores verdade possíveis: O MEDO SÃO BARREIRAS IMAGINÁRIAS DE UMA MENTE ENFRAQUECIDA. E por isso sentimos medo, pois somos fracos. Eu acho que sou um dos maiores medrosos de todos, mas sou também um dos que tem mais coragem de olhar cara-a-cara, reconhecer e lutar até a última gota de suor.
Que viva o medo!!
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Passos...
Acordo, trabalho, converso, almoço... Quantas vezes já me senti como um "robô humano", ligado no piloto automático e programado a fazer/responder exatamente o que as pessoas esperam. A cada questionamento que me faço, me sinto mais vivo, mais capaz de tentar entender esse complicado mundo, que por sinal fica ainda mais complexo a cada dia. Guerras, brigas, lutas, votações, desastres naturais e tudo isso em uma velocidade devastadora.
Sempre me senti uma pessoa feliz, mas cada vez mais começo a entender que não existe pessoa feliz, existem pessoas e existem momentos felizes. Assim como os momentos tristes e de revolta. Sou totalmente influenciado por tudo que está a minha volta. É completamente impossível ser uma pessoa feliz em meio a tanta barbaridade, a tanta sacanagem. Digo isso desde grandes acontecimentos onde praticamente a população inteira se mobiliza e choca como as guerras, quanto a assuntos mínimos que eu sou o único prejudicado. O universo, como diria Einstein - o maior de todos quebrador de paradigmas - é totalmente relativo. Se o teu problema é grande ou pequeno, depende unicamente de você e do teu pré-julgamento.
Como alguém que perdeu um parente próximo têm a ingênua e mediocre capacidade de julgar e condenar alguém que chora por não conseguir uma promoção em seu trabalho. A capacidade em se satisfazer e sentir feliz ou triste depende de nosso julgamento. Não existem problemas maiores ou menores, existem situação diferentes e totalmente em paralelo que jamais poderiam ser compradas. Como podemos ser absurdamente cego em tentar julgar.
Quero ser mais do que um julgamente errado e precipitado. Eu quero entender o teu problema, eu quero tentar entender a tua realidade, quero sentir o teu sofrimento. Quero fechar os olhos e sentir a revolta que passa em tuas veias. Só assim vou te entender. E o que eu quero de você? Nada mais do que seu respeito.
Não espero que os outros me entendam. Isso seria pedir demais. Algumas pessoas até saberão do que eu estou falando, mas o respeito é algo que se sobrepoe a todos estes debates.
A pessoa que mais me entendia, me compreendia, com quem eu mais sentia prazer em estar junto não me verá jamais. Essa pessoa não sabia o que se passava na minha cabeça, mas respeitava todos os meus sentimentos, não importando quais fossem. Esse é o maior ensinamento de todos. Como alguns segundos de silêncio em meio a uma situação ruim pode ser infinitamente mais prazerosa do que qualquer palavra que pudesse sair de sua boca. É estranho como as coisas acontecem e você repara sua vida mudando em questão de segundos sem poder se segurar. O maior amor de Deus foi nos ter dado a vida e vontade de viver. Mesmo sendo tão difícil ser feliz.
E nesse tufão de acontecimentos, o mundo gira sem parar. Para se tornar ainda mais complexo, em meio aos avalanches em cima de nossas cabeças, acontecem coisas incrivelmente maravilhosas. E este sentimento que me contagia do fio de cabelo a unha do dedão do pé, como um choque anafilático de sentimento infinitamente prazeroso e branco, é o porquê de eu viver. Se eu conseguir encontrar esse ponto de felicidade nas pessoas que estão a minha volta, serei a pessoa mais feliz do mundo!
Viver é fácil, mas viver e estar vivo é foda!
Sempre me senti uma pessoa feliz, mas cada vez mais começo a entender que não existe pessoa feliz, existem pessoas e existem momentos felizes. Assim como os momentos tristes e de revolta. Sou totalmente influenciado por tudo que está a minha volta. É completamente impossível ser uma pessoa feliz em meio a tanta barbaridade, a tanta sacanagem. Digo isso desde grandes acontecimentos onde praticamente a população inteira se mobiliza e choca como as guerras, quanto a assuntos mínimos que eu sou o único prejudicado. O universo, como diria Einstein - o maior de todos quebrador de paradigmas - é totalmente relativo. Se o teu problema é grande ou pequeno, depende unicamente de você e do teu pré-julgamento.
Como alguém que perdeu um parente próximo têm a ingênua e mediocre capacidade de julgar e condenar alguém que chora por não conseguir uma promoção em seu trabalho. A capacidade em se satisfazer e sentir feliz ou triste depende de nosso julgamento. Não existem problemas maiores ou menores, existem situação diferentes e totalmente em paralelo que jamais poderiam ser compradas. Como podemos ser absurdamente cego em tentar julgar.
Quero ser mais do que um julgamente errado e precipitado. Eu quero entender o teu problema, eu quero tentar entender a tua realidade, quero sentir o teu sofrimento. Quero fechar os olhos e sentir a revolta que passa em tuas veias. Só assim vou te entender. E o que eu quero de você? Nada mais do que seu respeito.
Não espero que os outros me entendam. Isso seria pedir demais. Algumas pessoas até saberão do que eu estou falando, mas o respeito é algo que se sobrepoe a todos estes debates.
A pessoa que mais me entendia, me compreendia, com quem eu mais sentia prazer em estar junto não me verá jamais. Essa pessoa não sabia o que se passava na minha cabeça, mas respeitava todos os meus sentimentos, não importando quais fossem. Esse é o maior ensinamento de todos. Como alguns segundos de silêncio em meio a uma situação ruim pode ser infinitamente mais prazerosa do que qualquer palavra que pudesse sair de sua boca. É estranho como as coisas acontecem e você repara sua vida mudando em questão de segundos sem poder se segurar. O maior amor de Deus foi nos ter dado a vida e vontade de viver. Mesmo sendo tão difícil ser feliz.
E nesse tufão de acontecimentos, o mundo gira sem parar. Para se tornar ainda mais complexo, em meio aos avalanches em cima de nossas cabeças, acontecem coisas incrivelmente maravilhosas. E este sentimento que me contagia do fio de cabelo a unha do dedão do pé, como um choque anafilático de sentimento infinitamente prazeroso e branco, é o porquê de eu viver. Se eu conseguir encontrar esse ponto de felicidade nas pessoas que estão a minha volta, serei a pessoa mais feliz do mundo!
Viver é fácil, mas viver e estar vivo é foda!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Direto e Reto
Certas coisas boas só acontecem porque outras ruins foram vivenciadas antes. Não para servir de comparativo (o que por si só já valeria), mas sim pelo fato que se o ruim não tivesse acontecido, fatos em cadeia motivados pela causa-raiz de um fracasso de um sonho quebrado não teriam acontecido. Ou seja, se você não tivesse ficado triste e com raiva na hora certa, você não teria superado na hora certa e consequentemente não seria o vitorioso e feliz de hoje!
Nada é de graça. Se você ainda está sem enxergar a luz no fim do túnel é porque o túnel ainda não chegou ao fim. Ficar parado pode fazer um simples buraco se tornar uma cratera lunar. Saber reconhecer o cheiro da merda é um grande valor, seja que você tenha pisado ou que tenham jogado na sua cabeça.
Vencer como homem é para os raros puros de coração.
Nada é de graça. Se você ainda está sem enxergar a luz no fim do túnel é porque o túnel ainda não chegou ao fim. Ficar parado pode fazer um simples buraco se tornar uma cratera lunar. Saber reconhecer o cheiro da merda é um grande valor, seja que você tenha pisado ou que tenham jogado na sua cabeça.
Vencer como homem é para os raros puros de coração.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Keep Waking
Como caminhos tão longos e distantes podem se encontrar sem ao menos um esforço for necessário? A vida é cheia dessas. As respostas para os problemas costumam estar embaixo do nosso nariz. É possível até a inspira-lo para nossos pulmões, mas se você não souber o gosto que tem, nunca sentirá o real prazer.
Sou jovem e não tenho tanto conhecimento e experiência de vida quanto alguns filósofos e pensadores que eu admiro possuem (ou possuiam), mas uma coisa é certa: eu vivo intensamente. Isso faz com que cada uma das minhas poucas experiências de vida sejam aproveitadas e sentidas até o fundo de minha alma. Seja sentimento de alegria, paixão, dor, raiva e até vergonha.
Cada dia absorvo a experiência de poder conviver com as pessoas que estão ao meu redor. Cada um tem sua vida, cada vida tem um gosto, cada gosto tem uma sensação. Quero poder viver o suficiente para conhecer o maior número de pessoas possíveis. A cada encontro, eu cresço, amadureço, evoluo. Sou um Thiago novo a cada dia, a cada hora, a cada segundo.
Muitas vezes o que pode parecer um passo pra trás é só um atalho para chegar a frente. E afinal que diferença faz andar pra frente, pro lado ou pra trás? O ideal é estar sempre se movendo.
As vezes tenho vontade de que as pessoas soubessem o quanto são importantes pra mim, o quanto uma faxineira, um gari ou um manobrista faz a diferença no meu dia a dia. e isso não é papinho furado não, é apenas o prazer em tentar entender o mundo de um ponto de vista diferente. Mas se um dia fizer isso, posso alterar o rumo de uma vida que eu não deveria interferir. Ou será que não?
Vivo em um universo onde quase nunca sei o que é certo e errado, tudo é relativo. Tudo é questão de ponto de vista. Mas a diferença entre viver e viver refletindo é o que me da a intensidade, em não ser mais uma pessoa na sala de jantar.
E que tudo continue assim, a Terra girando, os carros andando, as pessoas vivendo e eu aprendendo...
Sou jovem e não tenho tanto conhecimento e experiência de vida quanto alguns filósofos e pensadores que eu admiro possuem (ou possuiam), mas uma coisa é certa: eu vivo intensamente. Isso faz com que cada uma das minhas poucas experiências de vida sejam aproveitadas e sentidas até o fundo de minha alma. Seja sentimento de alegria, paixão, dor, raiva e até vergonha.
Cada dia absorvo a experiência de poder conviver com as pessoas que estão ao meu redor. Cada um tem sua vida, cada vida tem um gosto, cada gosto tem uma sensação. Quero poder viver o suficiente para conhecer o maior número de pessoas possíveis. A cada encontro, eu cresço, amadureço, evoluo. Sou um Thiago novo a cada dia, a cada hora, a cada segundo.
Muitas vezes o que pode parecer um passo pra trás é só um atalho para chegar a frente. E afinal que diferença faz andar pra frente, pro lado ou pra trás? O ideal é estar sempre se movendo.
As vezes tenho vontade de que as pessoas soubessem o quanto são importantes pra mim, o quanto uma faxineira, um gari ou um manobrista faz a diferença no meu dia a dia. e isso não é papinho furado não, é apenas o prazer em tentar entender o mundo de um ponto de vista diferente. Mas se um dia fizer isso, posso alterar o rumo de uma vida que eu não deveria interferir. Ou será que não?
Vivo em um universo onde quase nunca sei o que é certo e errado, tudo é relativo. Tudo é questão de ponto de vista. Mas a diferença entre viver e viver refletindo é o que me da a intensidade, em não ser mais uma pessoa na sala de jantar.
E que tudo continue assim, a Terra girando, os carros andando, as pessoas vivendo e eu aprendendo...
terça-feira, 28 de setembro de 2010
A Origem
Diga-me com quem andas e tirei quem és. Quantas vezes você já escutou esse famoso ditado? Incontáveis.
Eu sempre fui contra essa ideologia. Sempre acreditei que as pessoas em minha volta só me influenciariam caso eu estivesse fragilizado de alguma maneira. Sempre pensei que se eu fosse esperto ou malandro o suficiente, conseguiria tirar bons frutos de todas as plantações existentes, e os frutos podres eu descartaria. Sempre pensei assim.
Gosto de aprender tentando compreender os comportamentos das pessoas. Mas às vezes as pessoas me confundem mais do que esclarecem. Certas vezes tenho uma opinião no qual eu crio toda uma metodologia e filosofia a respeito e quando paro para refletir, eu sou a grande exceção da minha tese. Nessas horas eu recorro a meus amigos que dedicaram suas vidas a tentar esclarecer essas dúvidas. Nesse caso eu fui ter uma prosa com Sócrates, Thomas Hobbes e Rousseau. Opiniões contrárias, mas que se complementam. E eu, pobre mortal observava atento a cada palavra difamada e apenas complementava o pensamento com os dados que só a modernidade me permite.
Nesse debate sobre influencias, o ponto em questão era: nascemos maus ou nos tornamos maus? Muitos outros assuntos são envolvidos nessa discussão, mas esse era o ponto chave.
Sócrates veio com um papinho que até tinha uma lógica, mas não consegui lhe dar todo crédito. Ele falava que a maldade vem da ignorância. Tentava nos explicar com toda sua intensidade que o conhecimento, a luz e o esclarecimento necessariamente nos conduzirão a virtude. E qualquer “caída” para o lado negro da força ou será por falta de conhecimento ou por uma interpretação errônea de valores.
Nessa mesma hora Hobbes cortou toda explicação de Sócrates, sem dar tempo de comentarmos sobre sua indelicadeza dominada por sua sede de nos converter em lobos. Hobbes praticamente cuspia as palavras, tamanha empolgação em desenvolver as idéias. Ele nos conduzia a uma linha de pensamento que o homem por si só tende ao egoísmo, que as nossas necessidades como ser humano, como ser animal, nos leva a instintos que podem ser interpretados como mal. E por isso a criação do Estado Civil foi algo inevitável, pois o Estado foi criado para podar o limites do eu e expandir o coletivo.
Quando ele terminou de falar, Sócrates ainda tentava pensar em alguma maneira para rebater essa teoria, mas foi quando Rousseau pediu a palavra e, com aquele ar de superioridade que só os franceses conseguem fazer, foi defender teu ponto de vista. O francesinho de nariz empinado defendia que o homem não nascia mal, porém não existia a possibilidade de viver em comunidade, viver em sociedade sem se tornar mal. Essa possibilidade para ele era simplesmente nula. As necessidades do ser humano eram incompatíveis com as necessidades da sociedade. Ou seja, a sociedade corrompe o homem. Ele dizia que era impossível uma criança nascer mal, ela é corrompida pela sociedade (família, amigos, trabalho, televisão, jornais, escola...) que tira e priva a liberdade do “eu” individual.
Foi neste ponto que eu tive que intervir. Meio sem jeito de querer opinar no meio de uma discussão tão high level, e a cada palavra eu pensava 30 vezes para não ser ignorado ao falar uma besteira. Esses caras eram pensadores com um nível de percepção inimagináveis, mas eles estavam tão fechados aos seus respectivos estudos que esqueciam do mundo, e esqueciam dos avanços da ciência. Fui obrigado a informá-los que a neurociência já tinha provado (só falei porque não era uma tese, era algo provado por A+B) que certas pessoas nascem com uma predisposição para o mal. Mas essa tendência obviamente pode ser apagada, controlada ou potencializada pela sociedade de Rousseau. Esse distúrbio de personalidade (nome técnico dessa propensão para o mal) na verdade é uma predisposição a ser influenciado por aspectos externos mais que por suas próprias vontades.
Então voltamos ao ponto de origem, o ditado (diga-me com quem andas que te direi que és) é verdadeiro ou não? Bom, pode ser que sim e pode ser que não. A sociedade sempre vai tentar explorar o teu lado mais podre, mas se você vai permitir essa abertura depende de você. Só que esse “você” depende do seu eu e de sua predisposição celular. Simples assim... NOT
Eu sempre fui contra essa ideologia. Sempre acreditei que as pessoas em minha volta só me influenciariam caso eu estivesse fragilizado de alguma maneira. Sempre pensei que se eu fosse esperto ou malandro o suficiente, conseguiria tirar bons frutos de todas as plantações existentes, e os frutos podres eu descartaria. Sempre pensei assim.
Gosto de aprender tentando compreender os comportamentos das pessoas. Mas às vezes as pessoas me confundem mais do que esclarecem. Certas vezes tenho uma opinião no qual eu crio toda uma metodologia e filosofia a respeito e quando paro para refletir, eu sou a grande exceção da minha tese. Nessas horas eu recorro a meus amigos que dedicaram suas vidas a tentar esclarecer essas dúvidas. Nesse caso eu fui ter uma prosa com Sócrates, Thomas Hobbes e Rousseau. Opiniões contrárias, mas que se complementam. E eu, pobre mortal observava atento a cada palavra difamada e apenas complementava o pensamento com os dados que só a modernidade me permite.
Nesse debate sobre influencias, o ponto em questão era: nascemos maus ou nos tornamos maus? Muitos outros assuntos são envolvidos nessa discussão, mas esse era o ponto chave.
Sócrates veio com um papinho que até tinha uma lógica, mas não consegui lhe dar todo crédito. Ele falava que a maldade vem da ignorância. Tentava nos explicar com toda sua intensidade que o conhecimento, a luz e o esclarecimento necessariamente nos conduzirão a virtude. E qualquer “caída” para o lado negro da força ou será por falta de conhecimento ou por uma interpretação errônea de valores.
Nessa mesma hora Hobbes cortou toda explicação de Sócrates, sem dar tempo de comentarmos sobre sua indelicadeza dominada por sua sede de nos converter em lobos. Hobbes praticamente cuspia as palavras, tamanha empolgação em desenvolver as idéias. Ele nos conduzia a uma linha de pensamento que o homem por si só tende ao egoísmo, que as nossas necessidades como ser humano, como ser animal, nos leva a instintos que podem ser interpretados como mal. E por isso a criação do Estado Civil foi algo inevitável, pois o Estado foi criado para podar o limites do eu e expandir o coletivo.
Quando ele terminou de falar, Sócrates ainda tentava pensar em alguma maneira para rebater essa teoria, mas foi quando Rousseau pediu a palavra e, com aquele ar de superioridade que só os franceses conseguem fazer, foi defender teu ponto de vista. O francesinho de nariz empinado defendia que o homem não nascia mal, porém não existia a possibilidade de viver em comunidade, viver em sociedade sem se tornar mal. Essa possibilidade para ele era simplesmente nula. As necessidades do ser humano eram incompatíveis com as necessidades da sociedade. Ou seja, a sociedade corrompe o homem. Ele dizia que era impossível uma criança nascer mal, ela é corrompida pela sociedade (família, amigos, trabalho, televisão, jornais, escola...) que tira e priva a liberdade do “eu” individual.
Foi neste ponto que eu tive que intervir. Meio sem jeito de querer opinar no meio de uma discussão tão high level, e a cada palavra eu pensava 30 vezes para não ser ignorado ao falar uma besteira. Esses caras eram pensadores com um nível de percepção inimagináveis, mas eles estavam tão fechados aos seus respectivos estudos que esqueciam do mundo, e esqueciam dos avanços da ciência. Fui obrigado a informá-los que a neurociência já tinha provado (só falei porque não era uma tese, era algo provado por A+B) que certas pessoas nascem com uma predisposição para o mal. Mas essa tendência obviamente pode ser apagada, controlada ou potencializada pela sociedade de Rousseau. Esse distúrbio de personalidade (nome técnico dessa propensão para o mal) na verdade é uma predisposição a ser influenciado por aspectos externos mais que por suas próprias vontades.
Então voltamos ao ponto de origem, o ditado (diga-me com quem andas que te direi que és) é verdadeiro ou não? Bom, pode ser que sim e pode ser que não. A sociedade sempre vai tentar explorar o teu lado mais podre, mas se você vai permitir essa abertura depende de você. Só que esse “você” depende do seu eu e de sua predisposição celular. Simples assim... NOT
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O troco da troca
Eu nunca pedi para ter uma vida melhor. Nunca achei que minha vida era algo que eu não pudesse melhorar. Sempre enxerguei a vida como um longo caminho onde pessoas, fatos e coincidências maiores sempre tentam te indicar o caminho certo. Mas como eu já escrevi algumas vezes o caminho certo nem sempre é o mais curto ou mais prazeroso. O ponto é que eu nunca me senti levado por um barco onde eu não pudesse direcionar. Creio no livre arbítrio, mesmo que possa acontecer de meus pré-julgamentos sobre um conceito ter sido influenciado pelos formadores de opinião, mas esse é um assunto pra outro dia.
Pensando com este ponto de vista, sempre tentei fazer o melhor de mim. Isso eu não digo para os trabalhos e estudos, mas para o que realmente importa para mim: o relacionamento com pessoas. Quando digo relacionamento não estou querendo falar única e exclusivamente de relacionamento amoroso entre homem e mulher, estou falando de todos os tipos de relacionamento humanos e isso inclui amigos, familiares, namoradas, pais, colegas de trabalho... e todos os outros tipos de parentesco que podemos ter com pessoas que estão no nosso dia-a-dia. Pra mim essa é a maior fonte de conhecimento possível, é a maior troca de experiência existente, pois muitas vezes se aprende na prática o que a teoria nos cegou.
Na minha visão, quando se propaga o bem, se espera o mesmo em troca. Mas quando isso não ocorre, a frustração é nítida e revoltante. Sempre tive essa linha de pensamento esperando o dia em que tudo isso que plantei fosse colhido. E a espera é longa e quase desanimadora. Errado! Completamente errado! É só eu olhar para os lados e refletir, olha quantos amigos eu fiz, olha quantas pessoas tem o prazer em vir conversar e ter uma troca de experiência olhando nos olhos. Repare em quantas histórias eu tenho pra contar, engraçadas, felizes, trágicas... Esse é o retorno! Isso é o que me faz crescer. O retorno de tudo que propago são meus próprios gestos e pensamentos, que se aprimoram a cada dia. É obvio e claro que muitas vezes errei e errarei outras tantas, mas do mesmo modo, tentarei crescer com esses pontos.
Mas é engraçado o quanto mais eu reflito, mais aprendo, mais leio, menos eu me conheço. As vezes tenho a nítida impressão de que os outros me conhecem melhor que eu mesmo. Queria conseguir entender meus atos, meus pensamentos. Queria conseguir entender porque muitas vezes vou dormir feliz e acordo triste. Queria entender porque muitas vezes não consigo corresponder à altura, pessoas que tanto gosto. Queria entender porque falhei muitas vezes mesmo sabendo que iria ao começar algo não iria dar certo.
Essas são apenas um milionésimo de fração dos questionamentos que me atordoam todo santo dia. Todo dia faço o mesmo caminho de casa para o trabalho, mas cada dia meu pensamento está totalmente diferente. A questão é a cada dia nós mudamos, pois essas experiências de convivência com os seres humanos nos transformam, direta ou indiretamente. Tenho muito que aprender para muito pouco tempo de vida. Se pudesse largava tudo que conquistei apenas em busca de certas respostas.
É, surtei.
Pensando com este ponto de vista, sempre tentei fazer o melhor de mim. Isso eu não digo para os trabalhos e estudos, mas para o que realmente importa para mim: o relacionamento com pessoas. Quando digo relacionamento não estou querendo falar única e exclusivamente de relacionamento amoroso entre homem e mulher, estou falando de todos os tipos de relacionamento humanos e isso inclui amigos, familiares, namoradas, pais, colegas de trabalho... e todos os outros tipos de parentesco que podemos ter com pessoas que estão no nosso dia-a-dia. Pra mim essa é a maior fonte de conhecimento possível, é a maior troca de experiência existente, pois muitas vezes se aprende na prática o que a teoria nos cegou.
Na minha visão, quando se propaga o bem, se espera o mesmo em troca. Mas quando isso não ocorre, a frustração é nítida e revoltante. Sempre tive essa linha de pensamento esperando o dia em que tudo isso que plantei fosse colhido. E a espera é longa e quase desanimadora. Errado! Completamente errado! É só eu olhar para os lados e refletir, olha quantos amigos eu fiz, olha quantas pessoas tem o prazer em vir conversar e ter uma troca de experiência olhando nos olhos. Repare em quantas histórias eu tenho pra contar, engraçadas, felizes, trágicas... Esse é o retorno! Isso é o que me faz crescer. O retorno de tudo que propago são meus próprios gestos e pensamentos, que se aprimoram a cada dia. É obvio e claro que muitas vezes errei e errarei outras tantas, mas do mesmo modo, tentarei crescer com esses pontos.
Mas é engraçado o quanto mais eu reflito, mais aprendo, mais leio, menos eu me conheço. As vezes tenho a nítida impressão de que os outros me conhecem melhor que eu mesmo. Queria conseguir entender meus atos, meus pensamentos. Queria conseguir entender porque muitas vezes vou dormir feliz e acordo triste. Queria entender porque muitas vezes não consigo corresponder à altura, pessoas que tanto gosto. Queria entender porque falhei muitas vezes mesmo sabendo que iria ao começar algo não iria dar certo.
Essas são apenas um milionésimo de fração dos questionamentos que me atordoam todo santo dia. Todo dia faço o mesmo caminho de casa para o trabalho, mas cada dia meu pensamento está totalmente diferente. A questão é a cada dia nós mudamos, pois essas experiências de convivência com os seres humanos nos transformam, direta ou indiretamente. Tenho muito que aprender para muito pouco tempo de vida. Se pudesse largava tudo que conquistei apenas em busca de certas respostas.
É, surtei.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Os Fins Justificam Os Meios
De tempos em tempos leio alguma notícia ou vejo em algum programa de televisão sobre alguma celebridade ou membro da high society entregou uma folha de cheque com alguns milhares de reais/dólares para instituições de caridade, desabrigados ou qualquer outra instituição de necessitados. Acho muito nobre o ato de doar, seja doando alimentos, agasalhos, roupas, brinquedos ou dinheiro. Quem consegue se sustentar e ainda sobra um pouco, porque não ajudar quem precisa?
Nesse ponto vem a minha cabeça dois questionamentos, e o primeiro deles é: Precisamos de luxo e status para conseguir sentir satisfeito e só então começar a doar? É preciso ser rico para doar algo? É preciso de dinheiro para ajudar o próximo? Acho que essas são apenas algumas questões que metralham minha mente quando vejo alguém dizer que não pode ajudar pois “está duro”. Não sou rico, não sou um playboy que se alimenta do que os outros conquistaram para mim, não sou apenas uma marionete cuspida pelo sistema. Eu sei que posso ajudar de alguma maneira, basta não se limitar as barreiras imaginárias que criamos para nos defender. Não tenho condições suficientes para poder ajudar com milhares de reais, mas certas vezes posso separar 10, 20 ou 30 reais por semana, que não me farão falta alguma, para poder ajudar alguma instituição que eu conheça e acredite. Se a situação apertar e realmente não sobrar nada no fim do mês, posso tentar doar roupas usadas, brinquedos ainda guardados no fundo dos armários, posso doar sangue ou posso fazer a maior doação de todas, doar meu tempo para fazer visitas e tornar o dia de alguém um pouco melhor. É muito mais a questão de querer do que poder.
O outro ponto que me incomoda profundamente nessas doações de mídia é a exposição. Será que bem no fundo, a pessoa doou pelo puro sentimento de ajudar o próximo ou será que ele doou para sair no caderno de celebridades de jornal? Muitas vezes penso que as pessoas doam não para ajudar o próximo, mas sim pelo reconhecimento que este ato lhe proporciona perante a sociedade. Muitos astros nem doam se seu nome não for citado. Ou pior de tudo, querem aparecer na TV entregando as folhas de cheque ou os caminhões de alimento que ele doou. Quão nobre é este sentimento? Doar sem esperar nada em troca é um passo difícil de atingir. Fazer uma boa ação e não esperar nem um simples obrigado é um nível de elevação que eu quero atingir. Na minha humilde opinião, a doação em sigilo é algo muito mais nobre, pois realmente ele está querendo que a causa em deficiência seja atingida, e não se auto promover com essa situação.
Mas essa questão de não esperar nada em troca, de ter o prazer em ajudar o próximo é algo que eu poderia ficar dias e dias filosofando. O homem é dominado pelo egoísmo, e mesmo que ele esteja ajudando o outro, ele faz pelo prazer que esta ação vai lhe proporcionar, e não pelo prazer que vai gerar no próximo. Mas aí vem um caminhão de questionamentos, se isso realmente é egoísmo ou é algo inevitável quando ocorrem trocas de sentimentos.
Mas a realidade é essa. Tristes, felizes, ricos, pobres, egoístas ou puros de coração, continuem ajudando o próximo. Mesmo que tua intenção não seja a mais pura e nobre, só o fato de ajudar o próximo já vale. Quem sou eu para conhecer e julgar as intenções dos outros, mas a verdade é que já fiz tudo isso nas linhas acima. Reforço uma vez mais, independente de qual e como seja sua doação, não pare. Incentive outras pessoas nessa corrente. Não sei se serão pelos motivos corretos, mas você se sentirá melhor, isso é fato.
Nesse ponto vem a minha cabeça dois questionamentos, e o primeiro deles é: Precisamos de luxo e status para conseguir sentir satisfeito e só então começar a doar? É preciso ser rico para doar algo? É preciso de dinheiro para ajudar o próximo? Acho que essas são apenas algumas questões que metralham minha mente quando vejo alguém dizer que não pode ajudar pois “está duro”. Não sou rico, não sou um playboy que se alimenta do que os outros conquistaram para mim, não sou apenas uma marionete cuspida pelo sistema. Eu sei que posso ajudar de alguma maneira, basta não se limitar as barreiras imaginárias que criamos para nos defender. Não tenho condições suficientes para poder ajudar com milhares de reais, mas certas vezes posso separar 10, 20 ou 30 reais por semana, que não me farão falta alguma, para poder ajudar alguma instituição que eu conheça e acredite. Se a situação apertar e realmente não sobrar nada no fim do mês, posso tentar doar roupas usadas, brinquedos ainda guardados no fundo dos armários, posso doar sangue ou posso fazer a maior doação de todas, doar meu tempo para fazer visitas e tornar o dia de alguém um pouco melhor. É muito mais a questão de querer do que poder.
O outro ponto que me incomoda profundamente nessas doações de mídia é a exposição. Será que bem no fundo, a pessoa doou pelo puro sentimento de ajudar o próximo ou será que ele doou para sair no caderno de celebridades de jornal? Muitas vezes penso que as pessoas doam não para ajudar o próximo, mas sim pelo reconhecimento que este ato lhe proporciona perante a sociedade. Muitos astros nem doam se seu nome não for citado. Ou pior de tudo, querem aparecer na TV entregando as folhas de cheque ou os caminhões de alimento que ele doou. Quão nobre é este sentimento? Doar sem esperar nada em troca é um passo difícil de atingir. Fazer uma boa ação e não esperar nem um simples obrigado é um nível de elevação que eu quero atingir. Na minha humilde opinião, a doação em sigilo é algo muito mais nobre, pois realmente ele está querendo que a causa em deficiência seja atingida, e não se auto promover com essa situação.
Mas essa questão de não esperar nada em troca, de ter o prazer em ajudar o próximo é algo que eu poderia ficar dias e dias filosofando. O homem é dominado pelo egoísmo, e mesmo que ele esteja ajudando o outro, ele faz pelo prazer que esta ação vai lhe proporcionar, e não pelo prazer que vai gerar no próximo. Mas aí vem um caminhão de questionamentos, se isso realmente é egoísmo ou é algo inevitável quando ocorrem trocas de sentimentos.
Mas a realidade é essa. Tristes, felizes, ricos, pobres, egoístas ou puros de coração, continuem ajudando o próximo. Mesmo que tua intenção não seja a mais pura e nobre, só o fato de ajudar o próximo já vale. Quem sou eu para conhecer e julgar as intenções dos outros, mas a verdade é que já fiz tudo isso nas linhas acima. Reforço uma vez mais, independente de qual e como seja sua doação, não pare. Incentive outras pessoas nessa corrente. Não sei se serão pelos motivos corretos, mas você se sentirá melhor, isso é fato.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Pegou?
Sempre reclamamos que as coisas não estão certas, que as pessoas não estão respeitando umas as outras, que se continuar assim não vai dar. Assim os nossos queridos governantes elaboram e aprovam leis, que teoricamente seria para o bem da maioria. Vamos supor que eles estejam de certos. Neste exato momento, quando a lei é passada para a população que no Brasil, e única e exclusivamente no Brasil, acontece um fenômeno que me intriga. Tanto no seu conteúdo como na prática.
O Brasil é o único lugar do mundo onde não é judiciário que julga as leis, mas sim a população, ou seja, o executivo em sua prática. Não entendeu ainda? Vou tentar deixar mais claro. O que aconteceu quando foi divulgado que uma LEI municipal foi aprovada e a partir de então seria proibido fumar em ambientes fechados dentro do estado de São Paulo? A população simplesmente julgou que não seria boa e começou a espalhar no boca a boca que esta LEI não ia “pegar”. Como assim “pegar”? Desde quando uma LEI tem que “pegar” para ser cumprida? É lógico que se há multas altas ou se há algum interesse maior, os políticos exigem que as forças armadas, polícia, fiscais, o Papa ou quem quer que seja, faça cumprir essas regras. E no caso do exemplo citado a lei está sendo cumprida, graças a Deus. Mas existem casos mais gritantes como o de usar cinto de segurança no banco de trás do veículo. Sim, isso é uma LEI federal, mas a população simplesmente fez com que essa LEI não “pegasse”. Ninguém cumpre e ninguém é punido. Simples assim.
Eu estou surtando ou esse fato de uma LEI “pegar” ou não é completamente absurda? É tão absurda que começa a me fazer refletir sobre todas as leis que estão sendo cumpridas e descumpridas, tentando entender o porquê de cada uma ter tido sucesso ou fracasso. Só de escrever que uma LEI pode ter fracasso já me faz rir.
Mas tudo bem, assim o país evolui mais do que há 10 anos e muito menos do que poderia estar nos dias atuais. Fazendo com que apenas as fortunas aumentem e os batalhadores continuem medíocres. As eleições estão chegando e com ela todas as torças de interesses e favores que me desiludem mais a cada ano. Mas isso vai mudar, garanto que quando nossa geração que cresceu vendo essa palhaçada no governo chegar ao poder, farão diferente. Assim espero e assim estarei eu no meio para tentar ajudar da maneira que for possível.
O Brasil é o único lugar do mundo onde não é judiciário que julga as leis, mas sim a população, ou seja, o executivo em sua prática. Não entendeu ainda? Vou tentar deixar mais claro. O que aconteceu quando foi divulgado que uma LEI municipal foi aprovada e a partir de então seria proibido fumar em ambientes fechados dentro do estado de São Paulo? A população simplesmente julgou que não seria boa e começou a espalhar no boca a boca que esta LEI não ia “pegar”. Como assim “pegar”? Desde quando uma LEI tem que “pegar” para ser cumprida? É lógico que se há multas altas ou se há algum interesse maior, os políticos exigem que as forças armadas, polícia, fiscais, o Papa ou quem quer que seja, faça cumprir essas regras. E no caso do exemplo citado a lei está sendo cumprida, graças a Deus. Mas existem casos mais gritantes como o de usar cinto de segurança no banco de trás do veículo. Sim, isso é uma LEI federal, mas a população simplesmente fez com que essa LEI não “pegasse”. Ninguém cumpre e ninguém é punido. Simples assim.
Eu estou surtando ou esse fato de uma LEI “pegar” ou não é completamente absurda? É tão absurda que começa a me fazer refletir sobre todas as leis que estão sendo cumpridas e descumpridas, tentando entender o porquê de cada uma ter tido sucesso ou fracasso. Só de escrever que uma LEI pode ter fracasso já me faz rir.
Mas tudo bem, assim o país evolui mais do que há 10 anos e muito menos do que poderia estar nos dias atuais. Fazendo com que apenas as fortunas aumentem e os batalhadores continuem medíocres. As eleições estão chegando e com ela todas as torças de interesses e favores que me desiludem mais a cada ano. Mas isso vai mudar, garanto que quando nossa geração que cresceu vendo essa palhaçada no governo chegar ao poder, farão diferente. Assim espero e assim estarei eu no meio para tentar ajudar da maneira que for possível.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
O Ponto de Partida
Porque muitos sabios surtaram? Porque pessoas que estudam o complexo das galaxias, o teor da vida, costumam pirar?
Os maiores físicos, os maiores astronomos, os maiores visionários, os maiores escritores são sempre reconhecidos pelos seus feitos, seus estudos, suas criações e na grande maioria das vezes só depois de sua morte são compreendidos e reconhcidos. Pode-se contar nos dedos quando são homenageados em vida. O feitos são sempre vangloriados, porém sua linha de pensamento e suas visões sobre o valor da vida são perdidos no caminho.
Mas a questão nem é essa, e sim, porque eles piram? Einstein, Da Vinci, Galileu, Froid, entre milhares de outros gênios. Meu ponto de vista é: será que eles realmente surtaram?? O que se define por surtar? Quem é capaz de julgar se eles surtaram? Ou se eles simplesmente conseguiram enxergar o simples, o claro, o óbvio!! A verdade é sempre mascarada, não por pessoas, mas por conceitos distorcidos. São sempre derivado de interpretações, onde muitas vezes são totalmente parciais e tendenciosas. Nem sempre essa parcialidade dos conceitos de hoje são intencionais, são apenas reflexões de pessoas que já predispunham de uma visão distorcida e erronea sobre algo.
A verdade é sempre clara. O difícil é aceitar a quebra de paradigma. O difícil é aceitar que tudo aquilo que já foi feito, tudo aquilo que foi conquistado com sangue, suor e vidas, estava errado. Nem sempre esse histórico no caminho errado é em vão, pois muitas vezes se não fossem todo este esforço em lutar pelo errado, pessoas iluminadas por Deus não teriam passado vidas em busca da solução. A solução está e sempre esteve lá, porém enxerga-la nem sempre é tão fácil.
Você quer encontrar a razão? Você quer encontrar o caminho? Neste ponto é necessário de abster de valores, conceitos e pré-conceitos. Muitas vezes a compreensão só será concluída se você conseguir colocar em prática toda teoria, o que pode representar sim um grande desafio, dependendo do teu ponto de partida. As mentes e vidas das pessoas envolvidas também serão afetadas e dificilmente passarão despercebidas por tal experiência. É capaz que você nunca encontre a saída, devido a falta de embasamento ou devido a um desvio errado que se tomou ao longo do percurso. Mas só pelo simples fato de você ter se dedicado a este tema algum tempo, já fará de você uma pessoa mais consciente e de natureza mais pura. Lembre-se que o tempo é relativo, e se você dedicará segundos, minutos, horas, meses ou uma vida inteira na busca é irrelevante, pois a chave está no "como" e não no "quando".
Não deixem que os cegos do castelo nos comandem e nos obriguem a uma realidade hipócrita. Liberdade de pensamento é algo que ninguém poderá te privar.
Os maiores físicos, os maiores astronomos, os maiores visionários, os maiores escritores são sempre reconhecidos pelos seus feitos, seus estudos, suas criações e na grande maioria das vezes só depois de sua morte são compreendidos e reconhcidos. Pode-se contar nos dedos quando são homenageados em vida. O feitos são sempre vangloriados, porém sua linha de pensamento e suas visões sobre o valor da vida são perdidos no caminho.
Mas a questão nem é essa, e sim, porque eles piram? Einstein, Da Vinci, Galileu, Froid, entre milhares de outros gênios. Meu ponto de vista é: será que eles realmente surtaram?? O que se define por surtar? Quem é capaz de julgar se eles surtaram? Ou se eles simplesmente conseguiram enxergar o simples, o claro, o óbvio!! A verdade é sempre mascarada, não por pessoas, mas por conceitos distorcidos. São sempre derivado de interpretações, onde muitas vezes são totalmente parciais e tendenciosas. Nem sempre essa parcialidade dos conceitos de hoje são intencionais, são apenas reflexões de pessoas que já predispunham de uma visão distorcida e erronea sobre algo.
A verdade é sempre clara. O difícil é aceitar a quebra de paradigma. O difícil é aceitar que tudo aquilo que já foi feito, tudo aquilo que foi conquistado com sangue, suor e vidas, estava errado. Nem sempre esse histórico no caminho errado é em vão, pois muitas vezes se não fossem todo este esforço em lutar pelo errado, pessoas iluminadas por Deus não teriam passado vidas em busca da solução. A solução está e sempre esteve lá, porém enxerga-la nem sempre é tão fácil.
Você quer encontrar a razão? Você quer encontrar o caminho? Neste ponto é necessário de abster de valores, conceitos e pré-conceitos. Muitas vezes a compreensão só será concluída se você conseguir colocar em prática toda teoria, o que pode representar sim um grande desafio, dependendo do teu ponto de partida. As mentes e vidas das pessoas envolvidas também serão afetadas e dificilmente passarão despercebidas por tal experiência. É capaz que você nunca encontre a saída, devido a falta de embasamento ou devido a um desvio errado que se tomou ao longo do percurso. Mas só pelo simples fato de você ter se dedicado a este tema algum tempo, já fará de você uma pessoa mais consciente e de natureza mais pura. Lembre-se que o tempo é relativo, e se você dedicará segundos, minutos, horas, meses ou uma vida inteira na busca é irrelevante, pois a chave está no "como" e não no "quando".
Não deixem que os cegos do castelo nos comandem e nos obriguem a uma realidade hipócrita. Liberdade de pensamento é algo que ninguém poderá te privar.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Roller Coaster
Tenho a impressão que minha cabeça é um grande parque de diversão, e meu lado racional do cérebro é uma montanha russa, mas daquelas bem radicais. Ela sobe bem devagar e alto, quando chega lá em cima olha tudo com a calma e a falsa esperança de que tem controle de tudo e de todos, mas logo depois me jogo numa descida veloz e alucinante em que não consigo imaginar o fim.
Quanto mais eu vivo, mais aprendo e menos me compreendo. Cada vez mais me deixo levar pelo instinto e pelos ideais que correm em minhas veias. Gosto de fazer planos, ter foco, como em muitos outros textos já comentei, porém tenho percebido que meus planos não tem se concretizado em metas fixas, mas sem em estilos de vida. Como ter o prazer em acordar toda manhã e agradecer a Deus por tudo que conquistei. Mas dentro desse plano tão abrangente, muita coisa pode ser feita. Cagadas e proezias são comuns, diga-se de passagem.
Essa certeza de estar no caminho certo mas também de não saber o que vem pela frente é sensacional. Gosto de me arriscar sem pensar e sem olhar para trás. Adrenalina é a única droga que sou viciado e nunca quero parar de sentir isso, desde pequenas coisas até grandes realizações. Isso me faz sentir vivo.
Assim quero continuar todos os dias de minha vida. Odeio a mesmisse. A única rotina que eu gosto é a rotina de experimentar coisas novas. O dia em que não puder sentir o gosto da adrenalina em minhas veias, quando não puder sentir o prazer de ter a brisa no rosto, quando não conseguir sentir mais aquele frio na barriga, pode encomendar o palitó de madeira.
Sentir adrenalina não quer dizer que não sinto medo, muito pelo contrário, sentir medo é o que gera minha adrenalina. Mas o prazer em enfrentar e vencer os medos e limites tem um sabor que eu não consigo esquecer. Só de lembrar já esboço um sorriso maroto em meu rosto. É o sabor de que a vida é feita para ser vivida. É viciante.
Limites são barreiras imaginárias de uma mente enfraquecida.
Quanto mais eu vivo, mais aprendo e menos me compreendo. Cada vez mais me deixo levar pelo instinto e pelos ideais que correm em minhas veias. Gosto de fazer planos, ter foco, como em muitos outros textos já comentei, porém tenho percebido que meus planos não tem se concretizado em metas fixas, mas sem em estilos de vida. Como ter o prazer em acordar toda manhã e agradecer a Deus por tudo que conquistei. Mas dentro desse plano tão abrangente, muita coisa pode ser feita. Cagadas e proezias são comuns, diga-se de passagem.
Essa certeza de estar no caminho certo mas também de não saber o que vem pela frente é sensacional. Gosto de me arriscar sem pensar e sem olhar para trás. Adrenalina é a única droga que sou viciado e nunca quero parar de sentir isso, desde pequenas coisas até grandes realizações. Isso me faz sentir vivo.
Assim quero continuar todos os dias de minha vida. Odeio a mesmisse. A única rotina que eu gosto é a rotina de experimentar coisas novas. O dia em que não puder sentir o gosto da adrenalina em minhas veias, quando não puder sentir o prazer de ter a brisa no rosto, quando não conseguir sentir mais aquele frio na barriga, pode encomendar o palitó de madeira.
Sentir adrenalina não quer dizer que não sinto medo, muito pelo contrário, sentir medo é o que gera minha adrenalina. Mas o prazer em enfrentar e vencer os medos e limites tem um sabor que eu não consigo esquecer. Só de lembrar já esboço um sorriso maroto em meu rosto. É o sabor de que a vida é feita para ser vivida. É viciante.
Limites são barreiras imaginárias de uma mente enfraquecida.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Unique
Gosto de observar as pessoas. Seus gestos, suas comunicações, suas interações em grupo, como uma pessoa nova chega a um grupo já formado, suas atitudes. Não faço isso para julgar, mas sim para entender como é seu perfil e assim tentar absorver as características positivas.
É impressionante como o caráter de uma pessoa é totalmente único e exclusivo. Certas pessoas têm os mesmos pais, freqüentam as mesmas escolas, viajam para os mesmo lugares, praticam os mesmos esportes e são totalmente diferentes no jeito de pensar e interpretar a vida. Graças a Deus, diga-se de passagem. Vocês conseguem imaginar que mundo entediante seria se todos fossem iguais ou muito parecidos. Eu surtaria, fato.
Em um mundo onde a globalização está em nossas veias, o considerado “padrão” se espalha como um vírus de computador. Em poucos dias a roupa que a Lady Gaga usou no show já vira o padrão para todos do mundo da moda. A frase que o Capitão Nascimento fala no filme já vira a nova gíria em questão de horas. Ou ainda imagine quantos bebes nascem com o nome do protagonista da novela das 8. A questão é que a facilidade e a velocidade no fluxo de informação, potencializado pela admiração de meia dúzia de formadores de opinião, prolifera a todos a padronização. O homem tem facilidade e gosta sempre de tentar se enquadrar dentro de algum grupo ou dentro de algum conceito. Entretanto o ser humano é engraçado, e cada cérebro interpreta a mesma informação de forma diferente, e isso é mágico!
O caráter e personalidade de uma pessoa é a junção de inúmeros fatores por que uma pessoa vivencia: educação dos pais, circulo de amizade, educação das escolas, entre muitos outros. O problema é que essas experiências são vividas por cada um, ou seja, não existe padrão de pensamento.
Diferenças não são ruins, muito pelo contrário, faz você abrir os olhos para pontos que antes desprezara. Com as diferenças aprendemos, crescemos, e criamos novos conceitos em nossas mentes. Nosso caráter está sempre em constante formação, e isso continuará assim até o último dia de nossas vidas. Enquanto estivermos vivos, estamos absorvendo involuntariamente todos os fatos que acontecem em nossa volta. Mas também é obvio que quanto mais velho, mais experiências vividas e assim o seu filtro mental do que te pode fazer bem fica mais definido.
Por isso que Einstein já dizia que uma mente aberta a uma nova idéia jamais volta ao seu estado de origem. Sábio mestre que conseguiu explicar em uma simples frase que é impossível ser igual hoje e amanhã. O ponto é que você pode simplesmente mudar ou pode evoluir, e isso é toda diferença.
E viva a diferença! Viva o eu de cada um!
É impressionante como o caráter de uma pessoa é totalmente único e exclusivo. Certas pessoas têm os mesmos pais, freqüentam as mesmas escolas, viajam para os mesmo lugares, praticam os mesmos esportes e são totalmente diferentes no jeito de pensar e interpretar a vida. Graças a Deus, diga-se de passagem. Vocês conseguem imaginar que mundo entediante seria se todos fossem iguais ou muito parecidos. Eu surtaria, fato.
Em um mundo onde a globalização está em nossas veias, o considerado “padrão” se espalha como um vírus de computador. Em poucos dias a roupa que a Lady Gaga usou no show já vira o padrão para todos do mundo da moda. A frase que o Capitão Nascimento fala no filme já vira a nova gíria em questão de horas. Ou ainda imagine quantos bebes nascem com o nome do protagonista da novela das 8. A questão é que a facilidade e a velocidade no fluxo de informação, potencializado pela admiração de meia dúzia de formadores de opinião, prolifera a todos a padronização. O homem tem facilidade e gosta sempre de tentar se enquadrar dentro de algum grupo ou dentro de algum conceito. Entretanto o ser humano é engraçado, e cada cérebro interpreta a mesma informação de forma diferente, e isso é mágico!
O caráter e personalidade de uma pessoa é a junção de inúmeros fatores por que uma pessoa vivencia: educação dos pais, circulo de amizade, educação das escolas, entre muitos outros. O problema é que essas experiências são vividas por cada um, ou seja, não existe padrão de pensamento.
Diferenças não são ruins, muito pelo contrário, faz você abrir os olhos para pontos que antes desprezara. Com as diferenças aprendemos, crescemos, e criamos novos conceitos em nossas mentes. Nosso caráter está sempre em constante formação, e isso continuará assim até o último dia de nossas vidas. Enquanto estivermos vivos, estamos absorvendo involuntariamente todos os fatos que acontecem em nossa volta. Mas também é obvio que quanto mais velho, mais experiências vividas e assim o seu filtro mental do que te pode fazer bem fica mais definido.
Por isso que Einstein já dizia que uma mente aberta a uma nova idéia jamais volta ao seu estado de origem. Sábio mestre que conseguiu explicar em uma simples frase que é impossível ser igual hoje e amanhã. O ponto é que você pode simplesmente mudar ou pode evoluir, e isso é toda diferença.
E viva a diferença! Viva o eu de cada um!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Hoje Não!
Hoje acordei de bem com a vida. Dentro do horário, dia de sol, com a certeza de que seria um ótimo dia. Porém quando saio do meu mundo e piso da rua, vejo que nem todos acordaram com o mesmo espírito.
Transito caótico com pessoas se xingando, notícias no rádio de corrupção, assaltos, assassinatos e novos impostos são proliferados como coisas comuns e corriqueiras. Ainda no caminho, um motoboy estendido no chão recebe ajuda dos plantonistas do resgate. Chego ao trabalho e tenho uma lista de emails sobre coisas que pessoas não concordam ou mudanças de última hora. Resumindo, o caos total!
Não, hoje eu acordei bem demais pra ter um dia pesado desses. Hoje ao levantar, eu inspirei paz e tranquilidade para dentro dos meus pulmões, e tudo isso não vai ser jogado ao vento porque outras pessoas estão tendo um dia ruim, não mesmo! Toda essa positividade vai ser transformada em fortaleza para me blindar, não de todo, mas ao menos de algum mal que possa vir na minha rota.
Tenho certeza que não posso mudar o mundo, mas tenho certeza também que se eu espalhar essa semente de vibração positiva, alguém pode se contagiar com esse virus. Nem as notícias do Estadão que, diga-se de passagem, está um ótimo prato pra quem quer surtar, vão abalar minha moral.
Ta nervoso? Vai pescar, vai surfar, vai fumar, vai pra longe! Porque hoje eu só quero paz! E chega de balela, senão essa paz logo se transformará em vagabundagem.
Saludos cabrones!
Transito caótico com pessoas se xingando, notícias no rádio de corrupção, assaltos, assassinatos e novos impostos são proliferados como coisas comuns e corriqueiras. Ainda no caminho, um motoboy estendido no chão recebe ajuda dos plantonistas do resgate. Chego ao trabalho e tenho uma lista de emails sobre coisas que pessoas não concordam ou mudanças de última hora. Resumindo, o caos total!
Não, hoje eu acordei bem demais pra ter um dia pesado desses. Hoje ao levantar, eu inspirei paz e tranquilidade para dentro dos meus pulmões, e tudo isso não vai ser jogado ao vento porque outras pessoas estão tendo um dia ruim, não mesmo! Toda essa positividade vai ser transformada em fortaleza para me blindar, não de todo, mas ao menos de algum mal que possa vir na minha rota.
Tenho certeza que não posso mudar o mundo, mas tenho certeza também que se eu espalhar essa semente de vibração positiva, alguém pode se contagiar com esse virus. Nem as notícias do Estadão que, diga-se de passagem, está um ótimo prato pra quem quer surtar, vão abalar minha moral.
Ta nervoso? Vai pescar, vai surfar, vai fumar, vai pra longe! Porque hoje eu só quero paz! E chega de balela, senão essa paz logo se transformará em vagabundagem.
Saludos cabrones!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Infinito Particular
Nada como mais um dia comum. Gosto de dormir até o último segundo possível (o que costuma significar uns 15 minutos de atraso), me arrumar rapidamente em mais uns 20 minutos e me jogar no tão prazeroso, vagaroso e incompreensível transito de São Paulo.
Uma cidade com aproximadamente 20 milhões de pessoas, com os maiores centros tecnológicos do país, com cerca de 12% do PIB do Brasil e com muito mais coisa que eu me cansaria de citar, deve possuir um sistema de transito bem dimensionado, bem planejado, com transporte coletivo de qualidade, não? Ene a ó tio, não! Hoje em dia o transito é disparado um dos maiores desconfortos de quem mora nesta megalópole, e com um agravante, só tende a piorar. A cada mês, recordes de vendas em concessionárias são batidos e nossas redes de metrô, trem e ônibus não crescem proporcionais as nossas necessidades.
Hoje vindo ao trabalho, me deparei entre primeiras, segundas e terceiras (marchas), que estava fisicamente dentro do meu carro, porém em com pensamento muito longe, quase que em um universo paralelo. Reparei que realmente eu estava muito longe da realidade, e quando olhei para os lados tive a percepção de que isso não só acontecia comigo, mas que cada um estava dentro de um universo particular protegidos por algumas centenas de quilos de metais e quatro rodas. Alguns somente com olhar distante, outros cantando felizes músicas que faziam lembrar algum momento prazeroso, outros no telefone celular e ainda havia alguns que tentavam ler livros e jornais durante esse anda e para infinito.
É muito curioso como o ser humano tem a capacidade de estar fisicamente em um lugar, porém com a mente e espírito a anos luz de distância. E como tudo na vida, isso pode ser bom ou ruim. Creio que essa capacidade de viajar sem sair do lugar, em meio a um trânsito caótico foi uma alternativa inconsciente que nossos cérebros encontraram para esquecer a realidade triste e revoltante de passar 2, 3 ou mais horas parado em meio a selva de pedra e ares não tão puros.
Aos que não embarcam nessa viagem metal, meus sentimentos. É muito fácil conseguir diferenciar quem são os que não entram na brisa, são aqueles que buzinam sem parar, que xingam todos ao seu redor, que tenta ser espertinho e te ultrapassar pela direita para chegar dois carros na tua frente. É totalmente compreensível que as pessoas que não conseguem esquecer a dura realidade, surtem. Brigas de trânsito são as conseqüências finais destes atos.
Eu, com certeza, faço parte dos viajantes do asfalto. Cada dia viajo para um lugar, cada vez faço contato com amigos imaginários que há tempos não conversava. Vai me dizer que tem melhor hora para refletir do que as 2 horas que você não faz absolutamente nada dentro de um automóvel? Também aproveito muito para rezar, creio que deve existir algum santo padroeiro dos trânsitos caóticos que nos escuta. Basta colocar o motorista no piloto automático. O destino sempre é traçado pela trilha sonora, que assim como um guia experiente no ramo, me recorda de todos os pontos turísticos que posso ainda conhecer.
É lógico que essas viagens, para os mais inexperientes podem trazer algumas conseqüências maléficas, como alguns espelhos quebrados, alguns xingamentos e algumas batidinhas de leve por distração, mas no momento que você ganha seu cartão de fidelidade, você consegue conciliar as duas realidades perfeitamento.
Tudo é válido para melhorar sua qualidade de vida, apertem o cinto que o piloto sumiu. Have a safe and nice trip.
Uma cidade com aproximadamente 20 milhões de pessoas, com os maiores centros tecnológicos do país, com cerca de 12% do PIB do Brasil e com muito mais coisa que eu me cansaria de citar, deve possuir um sistema de transito bem dimensionado, bem planejado, com transporte coletivo de qualidade, não? Ene a ó tio, não! Hoje em dia o transito é disparado um dos maiores desconfortos de quem mora nesta megalópole, e com um agravante, só tende a piorar. A cada mês, recordes de vendas em concessionárias são batidos e nossas redes de metrô, trem e ônibus não crescem proporcionais as nossas necessidades.
Hoje vindo ao trabalho, me deparei entre primeiras, segundas e terceiras (marchas), que estava fisicamente dentro do meu carro, porém em com pensamento muito longe, quase que em um universo paralelo. Reparei que realmente eu estava muito longe da realidade, e quando olhei para os lados tive a percepção de que isso não só acontecia comigo, mas que cada um estava dentro de um universo particular protegidos por algumas centenas de quilos de metais e quatro rodas. Alguns somente com olhar distante, outros cantando felizes músicas que faziam lembrar algum momento prazeroso, outros no telefone celular e ainda havia alguns que tentavam ler livros e jornais durante esse anda e para infinito.
É muito curioso como o ser humano tem a capacidade de estar fisicamente em um lugar, porém com a mente e espírito a anos luz de distância. E como tudo na vida, isso pode ser bom ou ruim. Creio que essa capacidade de viajar sem sair do lugar, em meio a um trânsito caótico foi uma alternativa inconsciente que nossos cérebros encontraram para esquecer a realidade triste e revoltante de passar 2, 3 ou mais horas parado em meio a selva de pedra e ares não tão puros.
Aos que não embarcam nessa viagem metal, meus sentimentos. É muito fácil conseguir diferenciar quem são os que não entram na brisa, são aqueles que buzinam sem parar, que xingam todos ao seu redor, que tenta ser espertinho e te ultrapassar pela direita para chegar dois carros na tua frente. É totalmente compreensível que as pessoas que não conseguem esquecer a dura realidade, surtem. Brigas de trânsito são as conseqüências finais destes atos.
Eu, com certeza, faço parte dos viajantes do asfalto. Cada dia viajo para um lugar, cada vez faço contato com amigos imaginários que há tempos não conversava. Vai me dizer que tem melhor hora para refletir do que as 2 horas que você não faz absolutamente nada dentro de um automóvel? Também aproveito muito para rezar, creio que deve existir algum santo padroeiro dos trânsitos caóticos que nos escuta. Basta colocar o motorista no piloto automático. O destino sempre é traçado pela trilha sonora, que assim como um guia experiente no ramo, me recorda de todos os pontos turísticos que posso ainda conhecer.
É lógico que essas viagens, para os mais inexperientes podem trazer algumas conseqüências maléficas, como alguns espelhos quebrados, alguns xingamentos e algumas batidinhas de leve por distração, mas no momento que você ganha seu cartão de fidelidade, você consegue conciliar as duas realidades perfeitamento.
Tudo é válido para melhorar sua qualidade de vida, apertem o cinto que o piloto sumiu. Have a safe and nice trip.
domingo, 15 de agosto de 2010
Prosa com Dom
Quando nascemos estamos suscetíveis a sentir e passr por coisas boas e outras ruins. É humanamente impossível passar uma vida inteira sem sofrer. Sofrer é o que nos faz lembrar que estamos vivos.
O que nos diferencia é como passamos por estas delicadas situações. Tudo pode ser interpretado por no mínimo dois pontos de vista distintos. Revoltar-nos a cada obstáculo é possível, porém muito mais dolorido. É claro que quanto maior o buraco, mais difícil se sair, porém maior será seu crescimento e sua fé. E ao mesmo tempo devemos evitar de ser extremistas, sorrindo de prazer a cada tombo. Devemos agir como humanos, racionalmente. Deve-se racionalmente trasportar e debater internamente entre a razão, a lógica, o lógico, a consequência e o peso que cada atitude pode gerar.
Já tivemos muitas dificuldades das quais não conseguiamos visualizar a saída, mas o tempo passou, outros fatos aconteceram depois, e continuamos vivos. É quase certo que esta tua pior dificuldade não será a maior da tua vida, o que e leva a conclusão de que na próxima vez você terá que ser mais forte para supera-la.
Muitos falham neste caminho, ams sempre que se quer, é possível retroceder e se voltar ao caminho da luz.
As dificuldades nos fortalecem. Na minha pessoa, congelou de tal maneira nunca antes imaginada. É lógico e óbvio que os planos nunca saem exatamente como imaginado, mas estes fatos culminaram com que os pequenos e quase pífios momentos se tornassem em grandes vitórias e prazeres.
Ninguém escolhe traçar o caminho mais longo, Ninguem escolhe falhar. Nem sempre estar na trilha certa significa que não atravessaremos buracos, ou até mesmo crateras. Mas uma coisa é certa, se você não quiser e não se esforçar, viverá na escuridão.
Como já foi dito antes, você é a chave para tudo. Só você que sente e só você que cura.
Já não posso mais me esconder. Que assim seja.
O que nos diferencia é como passamos por estas delicadas situações. Tudo pode ser interpretado por no mínimo dois pontos de vista distintos. Revoltar-nos a cada obstáculo é possível, porém muito mais dolorido. É claro que quanto maior o buraco, mais difícil se sair, porém maior será seu crescimento e sua fé. E ao mesmo tempo devemos evitar de ser extremistas, sorrindo de prazer a cada tombo. Devemos agir como humanos, racionalmente. Deve-se racionalmente trasportar e debater internamente entre a razão, a lógica, o lógico, a consequência e o peso que cada atitude pode gerar.
Já tivemos muitas dificuldades das quais não conseguiamos visualizar a saída, mas o tempo passou, outros fatos aconteceram depois, e continuamos vivos. É quase certo que esta tua pior dificuldade não será a maior da tua vida, o que e leva a conclusão de que na próxima vez você terá que ser mais forte para supera-la.
Muitos falham neste caminho, ams sempre que se quer, é possível retroceder e se voltar ao caminho da luz.
As dificuldades nos fortalecem. Na minha pessoa, congelou de tal maneira nunca antes imaginada. É lógico e óbvio que os planos nunca saem exatamente como imaginado, mas estes fatos culminaram com que os pequenos e quase pífios momentos se tornassem em grandes vitórias e prazeres.
Ninguém escolhe traçar o caminho mais longo, Ninguem escolhe falhar. Nem sempre estar na trilha certa significa que não atravessaremos buracos, ou até mesmo crateras. Mas uma coisa é certa, se você não quiser e não se esforçar, viverá na escuridão.
Como já foi dito antes, você é a chave para tudo. Só você que sente e só você que cura.
Já não posso mais me esconder. Que assim seja.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Doutor Sabe Tudo
Nesse mundo moderno a troca de informação e a sede por conhecimento faz com que a internet, TV e rádio sejam as maiores escolas dos nossos tempos. Reparem que eu disse maiores, não melhores.
Estes meios cospem informações que colhem ao redor do mundo por meio de seus informantes, e faz com que cada dia nos tornem mais autodidatas. Se por um lado isso é muito interessante, afinal nosso conhecimento cresce, aprendemos sobre coisas que jamais saberíamos, por outro lado faz com que cada vez mais não tenhamos profundidade sobre os assuntos debatidos e muitas vezes, repito, muitas vezes nos transformem em fantoches manipulados por quem escreve ou repassa esas matérias.
Esses dias assisti a alguns vídeos que estão circulando no youtube, documentários em forma de críticas, bem produzidos e elaborados por grandes produtoras a respeito de vários itens (indústria de cosméticos, indústria das garrafas d’água...) e fiquei perplexo com tamanha manipulação de informação que está ocorrendo. É muito nítido que quase todos que assistem aos vídeos, se tornam profundo conhecedores do assunto e criticam com uma veemência de dar inveja a doutores e phD’s do assunto. Quando não se tem conhecimento profundo do assunto, é muito fácil se deixar levar e absorver cada frase citada pelo locutor. É tanto absurdo que algumas vezes fico em dúvida se a intenção da reportagem foi manipular o espectador ou se simplesmente quem escreveu sobre o assunto foi mais um autodidata e está falando sem ter o conhecimento necessário para se tornar um formador de opinião.
Esse vídeo foi só um pequeno exemplo que me chamou atenção, porém são inúmeros os casos em que este tipo de situação ocorre, no facebook, no twitter, nas “globo.com” da vida, ou mesmo nas conversas informais entre as pessoas. Essa facilidade em nos tornar profundo conhecedores sobre o assunto em poucos minutos é muito interessante e inevitável. A sede de conhecimento é algo que aumenta a cada dia, quanto mais você aprende sobre algo, mais você quer aprender, ou pelo menos é assim que deveria ser. Ao invés disso, a pessoa passa para a próxima página e começa seu “mestrado” no próximo assunto, e assim se torna um grande generalista, ou nem isso, apenas um grande fantoche da mídia.
Não podemos nos saciar com 2 ou 3 parágrafos sobre um assunto, ou com apenas 5 ou 6 minutos de um vídeo “educaional” no youtube. Para ter uma opinião formada sobre algo é necessário correr atrás das informações, é necessário discutir com pessoas que sejam conhecedoras do assunto, que passaram dias, meses e anos estudando sobre o ponto abordado. Não podemos mais aceitar informações erradas como Amazônia pulmão do mundo, petróleo é um mal necessário, químicos são ruins, água engarrafada não é necessário, entre milhares de outros que escuto todo santo dia. Poderia ficar aqui citando mais de mil casos sobre o falso moralismo. Chega!
Eu mesmo já passei muitas situações constrangedoras em que eu quis debater um assunto que tinha lido em algum site e acabei me tornando um completo palhaço ao ser contrariado por um PhD no assunto. É lógico e óbvio que eu não tinha informações suficientes para poder defender meu ponto de vista, mas eu queria falar e criticar. Mas é errando que se aprende. Se você leu algo e se interessou sobre o assunto, ok, agora comece a aprender realmente ele.
Não podemos nos contentar em ser manipulados e nem sermos generalista em tudo. Informação é sempre bem vinda, mas para se aprender não tem outro caminho, se não aquele que vem sendo aplicado desde que o homem chegou a terra: estudar.
Lembre-se: A gente planta o que colhe, e plantamos e colhemos sem perceber.
Estes meios cospem informações que colhem ao redor do mundo por meio de seus informantes, e faz com que cada dia nos tornem mais autodidatas. Se por um lado isso é muito interessante, afinal nosso conhecimento cresce, aprendemos sobre coisas que jamais saberíamos, por outro lado faz com que cada vez mais não tenhamos profundidade sobre os assuntos debatidos e muitas vezes, repito, muitas vezes nos transformem em fantoches manipulados por quem escreve ou repassa esas matérias.
Esses dias assisti a alguns vídeos que estão circulando no youtube, documentários em forma de críticas, bem produzidos e elaborados por grandes produtoras a respeito de vários itens (indústria de cosméticos, indústria das garrafas d’água...) e fiquei perplexo com tamanha manipulação de informação que está ocorrendo. É muito nítido que quase todos que assistem aos vídeos, se tornam profundo conhecedores do assunto e criticam com uma veemência de dar inveja a doutores e phD’s do assunto. Quando não se tem conhecimento profundo do assunto, é muito fácil se deixar levar e absorver cada frase citada pelo locutor. É tanto absurdo que algumas vezes fico em dúvida se a intenção da reportagem foi manipular o espectador ou se simplesmente quem escreveu sobre o assunto foi mais um autodidata e está falando sem ter o conhecimento necessário para se tornar um formador de opinião.
Esse vídeo foi só um pequeno exemplo que me chamou atenção, porém são inúmeros os casos em que este tipo de situação ocorre, no facebook, no twitter, nas “globo.com” da vida, ou mesmo nas conversas informais entre as pessoas. Essa facilidade em nos tornar profundo conhecedores sobre o assunto em poucos minutos é muito interessante e inevitável. A sede de conhecimento é algo que aumenta a cada dia, quanto mais você aprende sobre algo, mais você quer aprender, ou pelo menos é assim que deveria ser. Ao invés disso, a pessoa passa para a próxima página e começa seu “mestrado” no próximo assunto, e assim se torna um grande generalista, ou nem isso, apenas um grande fantoche da mídia.
Não podemos nos saciar com 2 ou 3 parágrafos sobre um assunto, ou com apenas 5 ou 6 minutos de um vídeo “educaional” no youtube. Para ter uma opinião formada sobre algo é necessário correr atrás das informações, é necessário discutir com pessoas que sejam conhecedoras do assunto, que passaram dias, meses e anos estudando sobre o ponto abordado. Não podemos mais aceitar informações erradas como Amazônia pulmão do mundo, petróleo é um mal necessário, químicos são ruins, água engarrafada não é necessário, entre milhares de outros que escuto todo santo dia. Poderia ficar aqui citando mais de mil casos sobre o falso moralismo. Chega!
Eu mesmo já passei muitas situações constrangedoras em que eu quis debater um assunto que tinha lido em algum site e acabei me tornando um completo palhaço ao ser contrariado por um PhD no assunto. É lógico e óbvio que eu não tinha informações suficientes para poder defender meu ponto de vista, mas eu queria falar e criticar. Mas é errando que se aprende. Se você leu algo e se interessou sobre o assunto, ok, agora comece a aprender realmente ele.
Não podemos nos contentar em ser manipulados e nem sermos generalista em tudo. Informação é sempre bem vinda, mas para se aprender não tem outro caminho, se não aquele que vem sendo aplicado desde que o homem chegou a terra: estudar.
Lembre-se: A gente planta o que colhe, e plantamos e colhemos sem perceber.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
One Way
Quem me acompanha de perto, deve saber que minha vida anda um grande turbilhão nestes últimos tempos. Um furacão de sentimento, vontades, sonhos e uma bela dose de realidade. Tudo isso gerou um novo Eu, que se pudesse, abraçaria o mundo.
Estes dias conversando com uma amiga, percebi que está eu estava muito perto de tornar aquele ditado “quem muito quer, pouco tem”. Venho tentando rever antigos amigos, mudar meus conceitos, praticar coisas que antes não tinha o costume, me exercitar mais, ler mais, escrever mais, amar mais, conversar mais, enfim, viver mais. O grande problema é que eu sou um só, e isso me incomoda profundamente.
Quantas vezes marquei algo e não consegui cumprir. Quantas vezes eu prometi que ligaria e não liguei. Quantas vezes coloquei o livro na cabeceira e não li. Essa mania de querer abraçar o mundo me irrita. Não estou dizendo de abraçar o mundo no sentido de querer ficar abraçando árvores e entrar pra uma ONG, mas eu quero fazer tudo, no sentido de aproveitar ao máximo cada dia, cada segundo.
O ponto que eu quero refletir é que muitas vezes, nessa rotina estressante e corrida que vivemos, nos comprometemos e não cumprimos. Nessa hora de “amigo de anos” passo para o ponto de “sempre furão” e quando essa não é a percepção do outro, é a minha. Sempre me frustro e me critico por ter prometido ou me comprometido com algo e não ter cumprido, mesmo que o único prejudicado seja eu.
Mas tudo isso gira em torno de uma só coisa: PRIORIDADE. O que você prioriza, inconscientemente, é o que você escolhe pra tua vida, é o que forma teu caráter e é por isso que as pessoas vão te julgar. Tenho certeza que quase todos nós temos boas intenções e idealizamos coisas espetaculares, mas poucos conseguem colocar em prática, questão de prioridade meu amigo.
Você quer ser alguém melhor? Quer mudar o que as pessoas pensam sobre você? Ou simplesmente quer concretizar sonhos que sempre ficam no quase? Priorize! Faça com que as tarefas do seu dia a dia leve a um fim comum com teus objetivos. Quando se tem clareza das prioridades, as escolhas ficam mais claras e óbvias. O que priorizar, você vai saber logo que traçar a sua meta. Priorizar não é dar preferência ou gostar mais de arroz que feijão, é apenas saber qual trilha chega mais rápido ao cume. Existe a chance de você chegar ao cume sem uma trilha visualizada? É lógico que há, mas também a chance de passar o resto da vida andando em círculos. Vai correr o risco? Eu não, prefiro priorizar.
Minha prioridade? Estar e aproveitar o caminho da luz.
Estes dias conversando com uma amiga, percebi que está eu estava muito perto de tornar aquele ditado “quem muito quer, pouco tem”. Venho tentando rever antigos amigos, mudar meus conceitos, praticar coisas que antes não tinha o costume, me exercitar mais, ler mais, escrever mais, amar mais, conversar mais, enfim, viver mais. O grande problema é que eu sou um só, e isso me incomoda profundamente.
Quantas vezes marquei algo e não consegui cumprir. Quantas vezes eu prometi que ligaria e não liguei. Quantas vezes coloquei o livro na cabeceira e não li. Essa mania de querer abraçar o mundo me irrita. Não estou dizendo de abraçar o mundo no sentido de querer ficar abraçando árvores e entrar pra uma ONG, mas eu quero fazer tudo, no sentido de aproveitar ao máximo cada dia, cada segundo.
O ponto que eu quero refletir é que muitas vezes, nessa rotina estressante e corrida que vivemos, nos comprometemos e não cumprimos. Nessa hora de “amigo de anos” passo para o ponto de “sempre furão” e quando essa não é a percepção do outro, é a minha. Sempre me frustro e me critico por ter prometido ou me comprometido com algo e não ter cumprido, mesmo que o único prejudicado seja eu.
Mas tudo isso gira em torno de uma só coisa: PRIORIDADE. O que você prioriza, inconscientemente, é o que você escolhe pra tua vida, é o que forma teu caráter e é por isso que as pessoas vão te julgar. Tenho certeza que quase todos nós temos boas intenções e idealizamos coisas espetaculares, mas poucos conseguem colocar em prática, questão de prioridade meu amigo.
Você quer ser alguém melhor? Quer mudar o que as pessoas pensam sobre você? Ou simplesmente quer concretizar sonhos que sempre ficam no quase? Priorize! Faça com que as tarefas do seu dia a dia leve a um fim comum com teus objetivos. Quando se tem clareza das prioridades, as escolhas ficam mais claras e óbvias. O que priorizar, você vai saber logo que traçar a sua meta. Priorizar não é dar preferência ou gostar mais de arroz que feijão, é apenas saber qual trilha chega mais rápido ao cume. Existe a chance de você chegar ao cume sem uma trilha visualizada? É lógico que há, mas também a chance de passar o resto da vida andando em círculos. Vai correr o risco? Eu não, prefiro priorizar.
Minha prioridade? Estar e aproveitar o caminho da luz.
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